Russell e Beyoncé eleitos a votar nos Óscares de Hollywood

Russell Brand e Beyoncé foram convidados pela Academia de Filmes, Artes e Ciências de Hollywood para fazerem parte do elenco 178 actores, cineastas e outras personalidades que podem votar na próxima edição dos Óscares, noticiou, ontem, a Reuters.

 


Russell Brand foi escolhido pelo seu êxito na nova versão da peça “Arthur”, que mereceu vários elogios da crítica norte-americana, apesar de ter arrecadado apenas 33 milhões de dólares nas bilheteiras.

 


O astro de “Se Beber não Case”, Bradley Cooper, o casal David Duchovny e Tea Leoni, e vários nomeados para o Óscar de 2011, como Jesse Eisenberg, Mila Kunis, Jennifer Lawrence e a australiana Jacki Weaver também foram convidados. Tom Hooper, que venceu, este ano, o Óscar de melhor realizador, com “O Discurso do Rei”, é sos oito realizadores convidados.

 

A realizadora dinamarquesa Susanne Bier que, “Em um Mundo Melhor”, conquistou o Óscar de melhor filme estrangeiro, também consta da lista, assim como Aaron Sorkin, argumentista que ganhou um Óscar por escrever “A Rede Social”.
A lista inclui o realizador de “Restrepo”, Tim Hetherington, morto recentemente na Líbia.



Organização  muda critérios para nomeação dos filmes

A Academia de Hollywood volta a mudar os critérios para a escolha de melhor filme no Óscar 2012. Há dois anos, as nomeações dobraram, chegando a dez filmes e permitindo a indicação de filmes mais populares como “Toy Story 3”, “Up”, “A origem” e “Distrito 9”, mas também incluindo obras menos expressivas, como “Inverno da alma”, “Um homem sério” e “Educação”.

 

Para garantir um ajuste na categoria mais importante dos prémios, no ano que vem a Academia nomeia entre cinco a dez filmes. Desde 2009, Hollywood questiona se dez não é um número muito alto, dando nomeações a filmes que não merecem essa honra.

 

Agora as regras mudam. Segundo representantes da Academia, se as novas regras estivessem em vigor na última década, havia anos com cinco, seis, sete, oito e nove nomeações, mas nunca dez. As estatísticas das votações são arquivadas, mas não reveladas ao público.

 

“Se só existem oito filmes que merecem essa honra num determinado ano, não devemos ter a obrigação de arredondar esse número”.

 

Os votantes escolhem os seus filmes em ordem de um a dez, colocando em primeiro lugar sua principal opção para melhor filme. De agora em diante, uma longa-metragem só é indicada se conseguir um mínimo de cinco por cento de primeiros lugares entre os eleitores. A mudança foi recomendada pelo director executivo da Academia, Bruce Davis.

 

Fonte: Jornal de Angola

Rádio Jet7 Angola

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