Quinta, 28 Agosto 2014
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Bangão movimenta fãs na Praça da Independência
em 13-07-2013 16:44
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Luanda - Centenas de fãs estão concentrados na Praça da Independência, em Luanda, local onde decorre desde às 7 da manhã a sessão de lançamento do mais recente trabalho discográfico do músico angolano Bangão, intitulado “Estou de Volta”.
 
Para evitar as habituais correrias de última hora, os “madrugadores”, que já conseguiram comprar a cópia do duplo CD, esperam, nesta altura, pela chegada da “estrela” do dia para a obtenção do competente autógrafo.
 
Apesar de se registar ainda um clima calmo e sem problemas em termos de organização, mas já com uma enorme fila indiana de quem espera pelo autógrafo, prevê-se que hoje o local seja novamente pequeno para receber tamanha moldura humana que Bangão costuma arrastar nos locais onde promove as suas actividades.
 
Com dois mil kwanzas na mão os fãs podem levar uma cópia do duplo CD “Estou de Volta” que traz a público 34 temas, sendo 14 inéditos.
 
Entre as músicas antigas e já do domínio dos fãs, no disco são encontradas “Kakixaka”, “Dioguito”, “Minga”, “Kanjila”, entre outras referências históricas de Bangão.
 
Dos temas inéditos do duplo CD (que tem uma tiragem de 30 mil cópias) constam “Hanami dilanguenu”, “Ingú”, “Wendengue Wami”, “Garina do Suegue”, “Mini saia”, “O Bonzo”, “Baliza”, “Kuditata kuami”, “Mamã Kudile” e “Fonseca”.
 
Para além dos fãs, quem também já marcou posição, para evitar embaraços ao trânsito no local, é a Polícia de Trânsito que destacou alguns agentes para tratar da ordem.  
 
 
Munidos com todos os instrumentos necessários ao seu trabalho, os agentes de serviço vão, nesta altura, passando alguns conselhos aos fãs do artista para que possam estacionar da melhor maneira as suas viaturas, evitando multas por mau estacionamento ou desrespeito às regras do trânsito.
 
“Estou de volta” é um duplo CD de Bangão que regressa ao mercado discográfico 8 anos depois da apresentação do “Cuidado”.
 
Nesta empreitada, o cantor trabalhou com vários produtores nacionais, com destaque para Nelo Paim, Sissy e Betinho Feijó.
 
As músicas do disco têm uma mensagem social que vai de encontro com a harmonização familiar, em questões como o respeito ao próximo.
 
Kimbundo e português são as línguas escolhidas pelo artista.
 
Com 34 anos de carreira, Bangão elege como ritmos do seu terceiro disco, produzido pela Marimba e Estúdio Regi, o semba, kilapanga, bolero e rumba.
 
Trajectória:
 
Bangão como é conhecido no mundo artístico é um dos músicos mais referenciados do mercado nacional, fruto dos seus dois últimos discos “Sembele” e “Cuidado”.
 
Exímio executante do estilo semba, que no suporte textual das suas canções apresenta narrativas autênticas de ocorrências do quotidiano angolano, Bangão pisou pela primeira vez um palco a 18 de Outubro de 1978, como elemento do grupo os Gingas Kakulo Kalunga.
 
Na sua carreira artística, passou pelo agrupamento “Tradição”, em 1974, que integrava, entre outros, Alaito (tumbas) e André Lua (voz).
 
De 1976 a 1977 integrou, como vocalista, o grupo Processo de África, com Guncha (tumbas), Artur Décimo (viola baixo), Alaito (bateria) e Abílio (viola ritmo). No entanto a sua primeira grande aparição pública ocorre a 18 de Outubro de 1978, como integrante do grupo Os Gingas Kakulo Kalunga.
 
Em 1996, venceu o prémio Liceu Vieira Dias, com o tema “Kibuikila” (Peste), acompanhado pela Banda Movimento. Em plena ascensão da carreira Bangão é convidado, em 1999, a fazer parte da Banda Movimento, sempre como vocalista.
 
No mesmo ano, ganhou a primeira edição do concurso Semba de Ouro, com a canção “Kangila” (pássaro agoirento) e afirmou-se como cantor e compositor de inequívocos créditos firmados.
O ano 2003 consagrou Bangão como um dos maiores intérpretes da música popular angolana.
 
Neste ano, no Top Rádio Luanda, ganha os prémios da música do ano, com o tema “Fofucho”, voz masculina do ano e é reconhecido com o prémio preservação pela sua incessante defesa da música popular angolana.
 
Em 2005 venceu o Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola (RNA).
 
Nascido a 27 de Setembro de 1962, no bairro Brás, no actual distrito urbano do Sambizanga, em Luanda, onde inicia a carreira musical, Bangão já participou em espectáculos realizados em Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, onde dividiu o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.


Fonte : Angop

Última actualização: 13-07-2013 16:44

 
Hady Lima anuncia lançamento de marca de Make Up
Escrito por Jet7 Angola, em 12-07-2013 19:30
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Depois de dois posts que deixaram os seguidores bastante curiosos na passada noite, o polémico jovem de 27 anos  revelou ao SAPO todos os segredos da sua nova aposta. "Vou ter uma linha de 'make up' com o meu próprio nome".

Como se não bastasse, além de cantor, apresentador e "triqueiro" no programa 'Dia a dia' do canal 2 da TPA, Adilson Gregório da Conceição, ou simplesmente "Hady Lima" como é mais conhecido, será o próximo empresário e maquilhador de Angola.


"By Hady Lima" assim chamar-se-á a sua linha de cosméticos que virá em breve ao público angolano.

"Já há muito tempo que estou a tratar disso. Era um projecto que estava em análise desde 2010 e, felizmente, só agora tive a confirmação", contou a celebridade quando questionada pelo motivo da nova aposta.

Revelou ainda que vai viajar para se actualizar, tudo com vista a ter um excelente produto no mercado: "Vou ausentar-me brevemente para uma formação de 3 meses no Brasil, país onde será produzida a linha de maquilhagem. Não quero apenas vender os produtos, quero ser o maquilhador oficial da minha própria marca", deixou claro o novo empresário.

Brevemente os fãs de beleza e cosmética poderão ter a linha “By Hady Lima”. A mesma irá destinar-se às mulheres modernas, noivas e caracterização de telenovelas e videoclips.

 

Fonte: Sapo Mulher

Última actualização: 12-07-2013 19:35

 
Escritor angolano João Melo admite enveredar pelo romance
Escrito por Jet7 Angola, em 12-07-2013 19:25
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Escritor angolano João Melo admite enveredar pelo romanceLisboa (Do correspondente) - O escritor angolano João Melo admitiu na quarta-feira, em Lisboa, durante a sessão de lançamento do seu mais recente livro  “Os Marginais e Outros Contos", enveredar pelo género romance, embora "não seja um compromisso irrevogável".


Ao responder ao desafio do apresentador do livro, o professor universitário Carlos Reis, feito durante a sessão de lançamento, na livraria Leya Buchholz, João Melo, que escreve em poesia, conto, crónica e ensaio, concordou não ter "faltado muito" para que o livro “Os Marginais e Outros Contos" fosse um romance, mas enfatizou "não vir a defraudar, se na próxima vez não aparecer com um romance".


"É apenas uma hipótese", disse João Melo, para quem “Os Marginais e Outros Contos" faz um pouco o balanço "não só dos 35 anos da Independência de Angola, mas também da geração de angolanos que, aquando da proclamação da Independência, tinham 20 a 30 anos e que hoje, apesar de vários desencanto, se mantém fiéis à determinados valores e princípios".


Entrevistado pela Angop, João Melo disse retirar do livro "a mensagem de que é necessário que todos se empenhem na construção de uma Angola generosa e onde todos os angolanos caibam".


Publicado com a chancela da editora Caminho, do grupo Leya (Portugal), “Os Marginais e Outros Contos" está editada em formato convencional, com 168 páginas, e também disponível também na versão "e-book".


Nascido em 1955, em Luanda, João Melo estudou Direito em Coimbra e Luanda, graduou-se em Jornalismo na Universidade Federal Fluminense e fez o Mestrado em Comunicação e Cultura na Universidade Federal do Rio de Janeiro, ambas no Brasil.


É ainda membro fundador da União de Escritores Angolanos (UEA), da qual já foi secretário-geral, presidente da Comissão Directiva e presidente do seu Conselho Fiscal.


Como jornalista, tem 35 anos de experiência profissional, tendo trabalhado na Rádio Nacional de Angola (RNA) e dirigido a Agência Angola-Press (ANGOP) e o Jornal de Angola, assim como o Correio da Semana, primeiro jornal angolano privado pós-independência, surgido em 1992.


Além de ter criado, em 2006, a revista África 21, colabora em diversas publicações, mantendo actualmente uma coluna regular no Jornal de Angola e no Semanário Angolense, ambos em Angola; assim como nos jornais Savana, de Moçambique; A Semana, de Cabo Verde; e Correio da Semana, de São Tomé e Príncipe.

 

Fonte: Angop

Última actualização: 12-07-2013 19:30

 
Almir Agria recebe proposta «sexual» de cantora angolana em troca de promoção
Escrito por Jet7 Angola, em 11-07-2013 18:58
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O locutor de rádio e apresentador de TV "Almir Agria", recebeu uma proposta invulgar e bastante vergonhosa, de uma suposta cantora angolana, em fase de promoção no mercado, que reflete a gritante ausência de valores e amor próprio, por parte dos novos talentos da nossa música, principalmente do sexo feminino, na busca de fama imediata.

Almir Agria desabafou na sua página do Facebook e preferiu não citar o nome da cantora em questão:

"Como é que não se fala mal das cantoras angolanas se uma que ainda não é famosa na música me faz uma proposta de passar todas as noites com ela sempre que quiser e em troca eu promovo a música dela!...", desabafou Almir Agria.

O apresentador ainda afirma, no mesmo post, que não é a primeira vez que tal acontece.

 

Última actualização: 11-07-2013 19:15

 
Novo disco de Bangão estará no mercado nos próximos dias
Escrito por Jet7 Angola, em 11-07-2013 06:33
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Bangão coloca à disposição do público novo disco Luanda – O novo disco do músico angolano Bernardo Jorge “Bangão” intitulado “Estou de Volta” estará à disposição dos fãs a partir deste sábado, dia 13, cuja sessão de apresentação pública decorre na Praça da Independência, em Luanda.
 
Segundo o artista, em recente entrevista à Angop, as músicas do disco têm uma mensagem social que vai de encontro com a harmonização familiar, em questões como o respeito ao próximo.
 
Esta mensagem de harmonia é, segundo o artista, a mais credível neste momento de paz em Angola, ou seja, “uma concórdia que deve partir dos lares”.
 
“A criminalidade, por exemplo, é algo nocivo e nós, músicos, poetas e artistas no geral temos estado a trabalhar no sentido de levar mensagens que desencorajem as pessoas que têm este pensamento”, asseverou.
 
Kimbundo e português são as línguas escolhidas pelo artista para os 26 temas que compõe o disco, sendo 14 inéditos.
 
Dos temas inéditos do CD (que tem uma tiragem de 30 mil cópias) constam “Hanami dilanguenu”, “Ingú”, “Wendengue Wami”, “Garina do Suegue”, “Mini saia” e “Fonseca”.
 
Bangão fez saber que das faixas não inéditas do CD integram músicas de sucesso que saíram em discos de outros músicos angolanos, como “O Bonzo”, “Baliza”, “Kuditata kuami” e “Mamã Kudile”, compiladas no novo disco para o deleite dos fãs.
 
Com 34 anos de carreira, Bangão elege como ritmos do seu terceiro disco, produzido pela Marimba e Estúdio Regi, o semba, kilapanga, bolero e rumba.
 
Trajectória:
 
Bangão como é conhecido no mundo artístico é um dos músicos mais referenciados do mercado nacional, fruto dos seus dois últimos discos “Sembele” e “Cuidado”.
 
Exímio executante do estilo semba, que no suporte textual das suas canções apresenta narrativas autênticas de ocorrências do quotidiano angolano, Bangão pisou pela primeira vez um palco a 18 de Outubro de 1978, como elemento do grupo os Gingas Kakulo Kalunga.
 
Na sua carreira artística, passou pelo agrupamento “Tradição”, em 1974, que integrava, entre outros, Alaito (tumbas) e André Lua (voz).
 
De 1976 a 1977 integrou, como vocalista, o grupo Processo de África, com Guncha (tumbas), Artur Décimo (viola baixo), Alaito (bateria) e Abílio (viola ritmo). No entanto a sua primeira grande aparição pública ocorre a 18 de Outubro de 1978, como integrante do grupo Os Gingas Kakulo Kalunga.
 
Em 1996, venceu o prémio Liceu Vieira Dias, com o tema “Kibuikila” (Peste), acompanhado pela Banda Movimento. Em plena ascensão da carreira Bangão é convidado, em 1999, a fazer parte da Banda Movimento, sempre como vocalista.
 
No mesmo ano, ganhou a primeira edição do concurso Semba de Ouro, com a canção “Kangila” (pássaro agoirento) e afirmou-se como cantor e compositor de inequívocos créditos firmados.
 
O ano 2003 consagrou Bangão como um dos maiores intérpretes da música popular angolana. Neste ano, no Top Rádio Luanda, ganha os prémios da música do ano, com o tema “Fofucho”, voz masculina do ano e é reconhecido com o prémio preservação pela sua incessante defesa da música popular angolana.
 
Em 2005 venceu o Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola (RNA).
 
Nascido a 27 de Setembro de 1962, no bairro Brás, no actual distrito urbano do Sambizanga, em Luanda, onde inicia a carreira musical, Bangão já participou em espectáculos realizados em Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, onde dividiu o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.
 
 
Fonte: Angop

Última actualização: 11-07-2013 06:39

 
Jogador Manucho Gonçalves apanhado a «tchilar» em Lisboa
Escrito por Jet7 Angola, em 09-07-2013 04:41
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Com o campeonato espanhol parado e os Palancas Negras fora da corrida para o apuramento ao Mundial de Futebol no Brasil, Manucho Gonçalves aproveitou para dar uma "descontraída" em Lisboa, Portugal.

 

O craque da selecção angolana e do Real Valladolid foi um dos convidados para o aniversário do empresário "da noite" Sing Correia, organizador de festas na discoteca "Docks" em Lisboa.

 

O Numero 9 da selecção chegou na discoteca ao volante de um Audi R8, na companhia de alguns amigos entre eles Miguel, ex-jogador do valência e da selecção portuguesa.

 

Para comemorar o aniversário do empresário também estiveram presentes os Djs Kapiro, Malvado Jr, Kadu e Jabbss. Os cantores Puro Wi e Bad News, assim como o produtor JKP, actual namorado de Kataleya, não faltaram a esta noite de festa.

 

O aniversariante Sing Correia

Os "donos" da mesa de mistura, Djs Kapiro, Malvado Jr, Kadu e Jabbss, também foram apanhados pelo flash

O artista Bad News também marcou presença na festa

Puro Wi, autor de "Bakokué" e "Zembele", não podia deixar de "pausar" para a câmara 

 

Fonte: Sapo Banda

Última actualização: 09-07-2013 05:55

 
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