Margareth do Rosário anima show da Independência em Benguela

Margareth do Rosário anima show da Independência em Benguela

 

Benguela - A cantora Margareth do Rosário admitiu esta segunda-feira, em Benguela, que a experiência de se apresentar no show comemorativo ao 38º aniversário do 11 de Novembro, Dia da Independência Nacional, foi inesquecível, por marcar o seu reencontro com o público local, depois de alguns anos de ausência.

Margareth do Rosário foi uma das principais atracções desta segunda-feira do espectáculo que decorreu no Estádio Nacional de Ombaka e que contou ainda com as apresentações de Tiviné, Bessa Teixeira, do kudurista W King, Justino Handaga, Martinho Kangala e Sabino Henda.

 

A artista, que falava à Angop após o show, considerou especial a oportunidade de partilhar momentos de felicidade na grande festa da independência, até porque há já muitos anos que não cantava para uma festa com tanta gente, com mais de 35 mil pessoas no estádio. 

 

"Gostei da forma como as pessoas acompanharam com atenção à minha actuação", frisou a autora de "Manazinha", confessando ter tido saudades dos bons tempos em que actuava em Benguela, razão por que esse evento foi marcante. 

 

A artista reconhece, também, que a música nacional está a evoluir cada vez mais, embora tenha sugerido a realização de actividades culturais em estádios ou pavilhões.

 

“É preciso incutir nas pessoas a crença de que a música nacional está a crescer para melhor e estou feliz por saber que a música em Angola já tem uma assinatura e um carimbo próprio”, concluiu.

 

Por sua vez, o músico tradicional Tiviné, sublinhou a importância de ter podido participar do acto central do 11 de Novembro, cantando para milhares de angolanos e interagindo com outros artistas de Luanda e do Huambo.

 

Já Sabino Henda assume que o facto de ter tido a oportunidade de cantar no show sente agora a responsabilidade de redobrar empenho para continuar a melhorar os seus trabalhos e agradar ao público.

 

“Relembrar momentos que nos fizeram felizes foi o meu objectivo, daí ter trazido uma rapsódia sobre todas as melhores músicas que fiz para proporcionar felicidade a festa”, explica.

 

Enquanto Bessa Teixeira recordou ter sido fiel à sua linha de interpretar músicas que representam a cultura do Huambo.

 

“Como Angola está a crescer, cantei o “Sulula” para mostrar ao povo que somos fortes, mas temos um passado a preservar para melhor projectarmos o futuro”, rematou.

 

Fonte: Angop

Rádio Jet7 Angola

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