Locutor «Jorge Gomes» critica conduta da Discoteca Bay In

 

Conhecido por não ter papas na língua, mais uma vez, Jorge Gomes, o polémico locutor da “Rádio Mais” tocou num ponto que há muito tempo tem deixado a camada "festiva" da sociedade angolana um tanto quanto indignada, "o comportamento impróprio dos porteiros nas discotecas de Luanda."

Para dar início ao debate, o locutor apoiou-se num caso verídico que aconteceu na passada noite de sábado (21 de Setembro) na discoteca e restaurante Bay In na Ilha de Luanda. Senhoras angolanas "bem vestidas" viram barrado o seu acesso ao recinto em detrimento de algumas cidadãs brasileiras com mini roupas e lingerie à mostra. "Temos os nossos clientes" respondeu o porteiro após ter sido abordado sobre o porquê de tal atitude.

Sobre o mesmo facto, Jorge Gomes retorquiu: "Coloquem um placar a dizer “Bay In é só para sócios". Já que dizem que têm os vossos clientes, dêem cartões de sócio e deixem que a casa seja só para os sócios. Várias vezes foi complicada a entrada do nacional de camisa e calça social, pelo contrário, o estrangeiro mesmo de camisola e calções entra sem problemas." Na mesma senda o locutor ainda frisou que "está mais que provado que o 'mwangolé' é o que mais gasta na noite. Toda discoteca tem o direito de seleccionar o pessoal sim. Mas discriminar? Valha-me Deus! O problema não é ser estrangeiro ou não, é que todos devem ser tratados igual igual forma."

A opinião dos ouvintes foi praticamente unânime a favor de Jorge e através de SMS, enviaram as suas experiências."Chega-se a porta da discoteca e a desculpa é: 'Não há lugares.' Em seguida chega um grupo de estrangeiros e os lugares aparecem. Aconteceu-me uma vez numa discoteca e nunca mais meti lá os meus pés", disse um dos ouvintes do programa. "Várias vezes estive parado a porta da discoteca e o porteiro disse: Sai da frente, deixa as pessoas passar. Será que eu não sou pessoa?" Referiu outro.

Dando conclusão ao assunto, o locutor afirmou que "agora não temos porteiros nas discotecas, temos estilistas. Eu não vou parar até que as coisas mudem. Além desta, muita outras discotecas e restaurantes da cidade capital têm tido um comportamento impróprio. Mesmo com o seu próprio dinheiro, o cidadão é olhado de cima a baixo e por fim, barrado. Até quando?"

 

Fonte: Sapo Banda

Rádio Jet7 Angola

Vídeos Sugeridos

Procurar Vídeo