Lesliana Pereira: “A fama não é prioridade”

Lesliana Pereira descreve-se como uma mulher forte, ambiciosa e competitiva. Depois de ter sido ‘fada’, num filme brasileiro, a actriz interpreta a rainha Njinga Mbande na nova mini-série angolana, que deverá estrear em breve na TPA. Sente-se uma pessoa competitiva e com muita vontade de brilhar na televisão.
Como foi interpretar a rainha Njinga Mbande?
Não há palavras para descrever a emoção de interpretar o papel. A mini-série ‘Rainha Njinga Mbande’ é um projecto que nunca se fez, em Angola. A produção fez tudo para nos aproximar ao máximo daquela que foi Njinga Mbande.
Sentiu-se na época do Reino do Ndongo?
A história da rainha Njinga foi contada de uma forma profissional. É muito difícil dizer que senti a época porque eu não vivi aquela época. Não há muitos registos históricos, então não podemos ter uma comparação fiel da rainha Njinga Mbande. Mas toda a produção trabalhou no sentido de ‘trazer’ a rainha.
Como se define?
Sou uma pessoa ambiciosa profissionalmente, simpática, educada, teimosa, determinada, forte e implacável nas ideias.
Foi com estas qualidades que conseguiu chegar onde está?
Sem dúvida! Sempre com o sentimento de responsabilidade e de trabalho para alcançar os vários objectivos aos quais me propus. Sou muito competitiva, quando luto por alguma coisa jogo com tudo que me favorece, claro que de uma maneira positiva. Quando queremos algo devemos lutar por isso.
Como é que surgiu a paixão pela TV?
Acho que sempre tive uma veia artista muito forte. A minha comunicação sempre foi muito tranquila. Procurava informar-me de temas da actualidade para participar na conversa dos adultos, às vezes contra a minha mãe. Isso ajudou-me para que algumas pessoas, dentro da comunicação social, vissem esse potencial e acreditassem em mim a ponto de me darem a oportunidade. Agarrei com as duas mãos e comecei a trabalhar.
Quando é que entrou para TV Globo?
Na altura era Miss Angola, em 2008, e fiz várias formações com profissionais da TV Globo. Depois de seis meses de formação, em 2009, a primeira emissão do Revista África foi para o ar.
Como foi estrear como actriz no cinema e num filme internacional?
Essa oportunidade surgiu, em 2009, quando me convidaram para interpretar uma fada negra no filme internacional ‘Os mistérios da Fendinha ’ da Xuxa Meneghel. Preparei-me muito para conseguir o papel. Passava tardes inteiras nos cinemas, lia muitos livros, para saber como é que uma fada se deve comportar e consegui desenvolver as exigências do jurado. Venci por unanimidade, os três júris votaram em mim.
O filme esteve em cartaz em Angola, como foi vê-lo estrear em ‘casa’?
Foi maravilhoso ver as pessoas reconhecerem o nosso potencial tanto no estrangeiro como em Angola.
Porquê a TV?
Comecei a apresentar o programa, não para me dar fama, porque depois de miss tinha de trabalhar e ser assalariada, e surgiu a oportunidade que não podia deixar de agarrar. Quando alguém nos propõe um trabalho devemos avaliar a carreira, rentabilidade monetária e estabilidade no trabalho. O meu trabalho dá-me visibilidade, mas isso não é mais importante para mim. A fama não é prioridade na minha vida.
Que contributo traz a eleição das ‘Sete maravilhas’ para Angola?
Como madrinha da minha província, Zaire, é muito gratificante. Particularmente a nossa tem que ver com o turismo. Angola tem um potencial turístico muito grande, basta que as pessoas ligadas a essas áreas tenham maior atenção e desenvolvam estruturas para que o turismo seja possível e nós, os angolanos, visitemos esses espaços. Temos muito para oferecer em várias perspectivas no turismo.
Acha que é exemplo de vida para alguns jovens?
Ninguém é exemplo para ninguém. Cada um tem a responsabilidade de olhar para alguém e decidir se é aquele ou não o percurso que quer seguir. Como jovem que sou não quero ter essa responsabilidade.
O que é mais difícil? Ser apresentadora, actriz ou empreendedora?
Não sei o que seria se não fizesse o que faço. É tão natural que seria hipócrita da minha parte dizer que é difícil. Muitos de nós fazem várias coisasao mesmo tempo. Vou até onde posso.
Sente-se realizada?
Todos os dias busco as minhas metas e procuro alcançá-las. A minha realização é proporcional aos meus objectivos, que são contínuos.
Quais são as suas ambições profissionais?
Alcançar tudo o que desejo através do trabalho. O conceito de folga para mim não existe. Trabalho de segunda a domingo todas as semanas e é muito prazeroso.
É viciada em compras?
Sou viciada em coisas femininas, gosto de estar bem e de me proporcionar prazer e também é uma recompensa ao meu trabalho.
Até que ponto é negativo?
É bom quando nós temos noção do que devemos comprar e como comprar e, é mau quando compramos excessivamente.
Já praticou desporto?
Joguei basquete e voleibol escolar durante muito tempo, como sou muito competitiva
adoro desporto.
Amélia Santos

 

Lesliana Pereira descreve-se como uma mulher forte, ambiciosa e competitiva. Depois de ter sido ‘fada’, num filme brasileiro, a actriz interpreta a rainha Njinga Mbande na nova mini-série angolana, que deverá estrear em breve na TPA. Sente-se uma pessoa competitiva e com muita vontade de brilhar na televisão.

 

Como foi interpretar a rainha Njinga Mbande?

 

Não há palavras para descrever a emoção de interpretar o papel. A mini-série ‘Rainha Njinga Mbande’ é um projecto que nunca se fez, em Angola. A produção fez tudo para nos aproximar ao máximo daquela que foi Njinga Mbande.

 

Sentiu-se na época do Reino do Ndongo?

 

A história da rainha Njinga foi contada de uma forma profissional. É muito difícil dizer que senti a época porque eu não vivi aquela época. Não há muitos registos históricos, então não podemos ter uma comparação fiel da rainha Njinga Mbande. Mas toda a produção trabalhou no sentido de ‘trazer’ a rainha.

 

Como se define?

 

Sou uma pessoa ambiciosa profissionalmente, simpática, educada, teimosa, determinada, forte e implacável nas ideias.

 

Foi com estas qualidades que conseguiu chegar onde está?

 

Sem dúvida! Sempre com o sentimento de responsabilidade e de trabalho para alcançar os vários objectivos aos quais me propus. Sou muito competitiva, quando luto por alguma coisa jogo com tudo que me favorece, claro que de uma maneira positiva. Quando queremos algo devemos lutar por isso.

 

Como é que surgiu a paixão pela TV?

 

Acho que sempre tive uma veia artista muito forte. A minha comunicação sempre foi muito tranquila. Procurava informar-me de temas da actualidade para participar na conversa dos adultos, às vezes contra a minha mãe. Isso ajudou-me para que algumas pessoas, dentro da comunicação social, vissem esse potencial e acreditassem em mim a ponto de me darem a oportunidade. Agarrei com as duas mãos e comecei a trabalhar.

 

Quando é que entrou para TV Globo?

 

Na altura era Miss Angola, em 2008, e fiz várias formações com profissionais da TV Globo. Depois de seis meses de formação, em 2009, a primeira emissão do Revista África foi para o ar.

 

Como foi estrear como actriz no cinema e num filme internacional?

 

Essa oportunidade surgiu, em 2009, quando me convidaram para interpretar uma fada negra no filme internacional ‘Os mistérios da Fendinha ’ da Xuxa Meneghel. Preparei-me muito para conseguir o papel. Passava tardes inteiras nos cinemas, lia muitos livros, para saber como é que uma fada se deve comportar e consegui desenvolver as exigências do jurado. Venci por unanimidade, os três júris votaram em mim.

 

O filme esteve em cartaz em Angola, como foi vê-lo estrear em ‘casa’?

 

Foi maravilhoso ver as pessoas reconhecerem o nosso potencial tanto no estrangeiro como em Angola.

 

Porquê a TV?

 

Comecei a apresentar o programa, não para me dar fama, porque depois de miss tinha de trabalhar e ser assalariada, e surgiu a oportunidade que não podia deixar de agarrar. Quando alguém nos propõe um trabalho devemos avaliar a carreira, rentabilidade monetária e estabilidade no trabalho. O meu trabalho dá-me visibilidade, mas isso não é mais importante para mim. A fama não é prioridade na minha vida.

 

Que contributo traz a eleição das ‘Sete maravilhas’ para Angola?

 

Como madrinha da minha província, Zaire, é muito gratificante. Particularmente a nossa tem que ver com o turismo. Angola tem um potencial turístico muito grande, basta que as pessoas ligadas a essas áreas tenham maior atenção e desenvolvam estruturas para que o turismo seja possível e nós, os angolanos, visitemos esses espaços. Temos muito para oferecer em várias perspectivas no turismo.

 

Acha que é exemplo de vida para alguns jovens?

 

Ninguém é exemplo para ninguém. Cada um tem a responsabilidade de olhar para alguém e decidir se é aquele ou não o percurso que quer seguir. Como jovem que sou não quero ter essa responsabilidade.

 

O que é mais difícil? Ser apresentadora, actriz ou empreendedora?

 

Não sei o que seria se não fizesse o que faço. É tão natural que seria hipócrita da minha parte dizer que é difícil. Muitos de nós fazem várias coisasao mesmo tempo. Vou até onde posso.

 

Sente-se realizada?

 

Todos os dias busco as minhas metas e procuro alcançá-las. A minha realização é proporcional aos meus objectivos, que são contínuos.

 

Quais são as suas ambições profissionais?

 

Alcançar tudo o que desejo através do trabalho. O conceito de folga para mim não existe. Trabalho de segunda a domingo todas as semanas e é muito prazeroso.

 

É viciada em compras?

 

Sou viciada em coisas femininas, gosto de estar bem e de me proporcionar prazer e também é uma recompensa ao meu trabalho.

 

Até que ponto é negativo?

 

É bom quando nós temos noção do que devemos comprar e como comprar e, é mau quando compramos excessivamente.

 

Já praticou desporto?

 

Joguei basquete e voleibol escolar durante muito tempo, como sou muito competitiva adoro desporto.

 

Fonte: Nova Gazeta

Rádio Jet7 Angola

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