Eduardo Paim projecta show com amigos em sala aberta

Músico angolano Eduardo PaímLuanda - O músico angolano Eduardo Paim assumiu sábado à noite, no Estádio da Cidadela, em Luanda, o desafio de actuar em um espectáculo em sala aberta, cujo elenco reúna o leque de artistas que participaram da sua trajectória musical.
 
“Esse espectáculo vai dar-me mais força para trazer o Eduardo Paim e Amigos a esse estádio ou aos Coqueiros, com toda força e produção. Vou empenhar-me nisso”, afirmou o músico à imprensa, no final da sua participação no show Le Grand
Mèchant Zouk, marcado pela actuação de estrelas antilhanas.
 
O ex-integrante dos SOS escusou-se a avançar eventuais datas e nomes para esse possível espectáculo, mas sublinhou estar a viver, depois de mais de uma década dedicada à produção, nova fase alta na carreira, enquanto músico.
 
“Hoje deu para viver emoções que já não vivia há muito tempo.
Acho que valeu a pena ter passado esse ano de muita reflexão, sobretudo à beira do lançamento do novo CD. Foi o melhor que podia ter acontecido na minha vida, nos últimos dias”, expressou.
 
Eduardo Paim disse ter sido um prazer reencontrar os seus fãs, que afirma manterem-se fiéis a si, mesmo depois de dedicar-se mais de 10 anos exclusivamente à produção musical.
 
Para si, todos quantos o amaram no passado continuam a nutrir grande simpatia e admiração pelo seu talento, razão por que sonha já com um momento de maior proximidade, nesse futuro show em que será o cabeça de cartaz e “anfitrião”.
 
“Esse é um público super. Não existe melhor. Acho que a emoção ou é verdadeira, ou não existe. O que se passou aqui nesse palco prova que jamais perdi algo. Continuo a tê-los aí sempre”, rematou, ao referir-se à participação e interacção que teve com os mais de 40 mil fãs que deram cor e luz ao espectáculo de zouk.
 
Além de Eduardo Paim, actuaram nesse sábado os angolanos Yola Araújo e W King, além de algumas das principais estrelas das Antilhas, entre as quais Guilou, Eric Brouta, Frederic Caracas, Luc Leandri e a banda Kassav, expoente máximo do zouk, a par dos Vikings, Les Aiglons, nas décadas de 80 e 90.
 
Fonte: Angop

Rádio Jet7 Angola

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