Dj Znobia “O meu sonho é ver Angola livre da pobreza”

Adalberto Mário de Freitas Lopes, artisticamente conhecido como “Dj Znobia”, de 34 anos, concedeu uma entrevista ao Jornal de Angola, onde abordou aspectos como a música, sociedade, sonhos, entre outros.

Referência incontornável no panorama musical angolano, principalmente no kuduro, Dj Znobia sonha ver Angola livre da pobreza, acredita que as mulheres devem ser mais valorizadas, considera a sua frontalidade um defeito, é ciumento e tem o Judo como o seu desporto favorito.

Veja a entrevista:

Nome: Adalberto Mário de Freitas Lopes.

Idade: 34.

Filhos: Seis.

Calçado: 43.

Ocupação: Produtor musical e DJ.

Estado civil: Solteiro.

Sonhos: Quero ver Angola livre da pobreza.

Sente-se realizado? Não.

Tem carro próprio? Sim.

E Casa? Não.

Usa roupa de marca? Quando posso, uso.

Cor preferida: Branco e preto.   

Que importância tem as mulheres para si? Têm muita, com certeza, devem ser mais valorizadas. No meu caso, a mulher mais importante da minha vida é a minha mãe.

Como se veste de segunda a sexta-feira? Informalmente. Uso mais jeans e t-shirts porque o meu trabalho é, por norma, realizado em casa.

E aos fins-de-semana? Depende da actividade em que vá tocar.

Qual é a marca de perfume que usa? Givenchy.

Acredita em forças ocultas? Nem por isso.

Como reage a elas? Tento me manter longe disso, mas estou sempre atento.

Onde passa as férias? Geralmente, em Luanda.

Cidade predilecta: Rio de Janeiro, no Brasil.

Virtudes: Amor ao próximo.

Defeito: Ser muito frontal.

Vício: Música.

Ídolo: Dj Manya.

Músico: Gosto do Lokua Kanza.

Livro: A Bíblia Sagrada e o livro de história da terceira classe.

Escritor: Agostinho Neto.

Uma boa companhia: A família.

Comida: Adoro bacalhau com natas e feijoada.

Bebida: Cerveja Cuca.

Sabe cozinhar? Sei.

O quê por exemplo? Ovo cozido.

É ciumento? Sim.

Bate nas mulheres? Não.

Desporto: Judo.

Clube: Petro Atlético de Luanda
e Barcelona.

Alguma vez mentiu? Já.

Já foi enganado? Sim.

Ano que mais o marcou? 2006.

Porquê? Porque foi o ano do lançamento do meu primeiro álbum.

O que acha da corrupção? Um mal que deve ser banido.

E da homossexualidade? Respeito sempre a vontade e a liberdade de todos.

Poligamia: É complicado falar disso em África, mas acho que é a forma mais descarada de praticar a infidelidade.

Fonte: Jornal de Angola

Rádio Jet7 Angola

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