Biografias

Conheça o percurso do músico angolano «Eduardo Paim»

Eduardo Paím nasceu no Congo Brazzaville, há 47 anos, onde os pais se tinham exilado. Ganhou o gosto pela música ainda pequeno, principalmente, depois de receber, da mãe, uma viola de brinquedo. Tinha, então, sete anos. Viveu o auge da carreira em Portugal, onde conseguiu o seu primeiro “Disco de Ouro”, por vendas superiores a 50 mil cópias, na obra “Do Kayaya”. 

Eduardo Paím já se chamou Kambuengo. “É o primeiro nome com o qual me reconheço. Deu-mo a minha avó, mal me pegou no colo”, diz o cantor, que desconhece o significado: “sei apenas que é o nome de uma localidade no Huambo”.

Eduardo Paím começou a cantar em 1979, com o grupo “Os Puros”, que constituiu com Bruno Lara e Levi Marcelino. Os três eram estudantes da Escola Njinga Mbandi: “na altura, apresentámo-nos no programa Tempo Jovem, da TPA. As pessoas gostaram e incentivaram-nos a seguir. Começou um compromisso que não esperávamos”, lembrou. O grupo tinha, igualmente, vozes femininas, de colegas da escola. A inclinação para a música começou ainda no exílio: “era capaz de parar o que estivesse a fazer, para me dedicar à música”. Aos sete anos, a mãe ofereceu-lhe uma viola de brinquedo. Reproduzia músicas de cariz revolucionário: “o facto chamou a atenção, inclusive, do presidente Agostinho Neto, de quem a minha mãe foi secretária”.

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