Bailarinas angolanas «Foguentas» acusadas de prostituição

Bailarinas angolanas «Foguentas» acusadas de prostituição

As "Foguentas", bailarinas que actuam em festas, grupo liderado por Weza, não são somente conhecidas pelas danças mas também pelas roupas provocantes que usam em palco. Mas segundo um telefonema feito pela Rádio Despertar ao agente das jovens, há mais do que simples actuações nas festas em que o grupo participa.

No dia 14 de Janeiro durante uma reportagem para a Rádio Despertar, o radialista começa por dizer que "os valores morais e cívicos na capital angolana estão cada vez mais degradantes. O grupo feminino as Foguentas têm estado a atentar contra a moral pública em Luanda. As artistas actuam nuas em algumas casas nocturnas, chegando mesmo a praticar actos sexuais em palco".

O empresário das jovens dançarinas, Bruno Lamba, conversou com o jornalista da emissora radiofónica sobre o "ofício" do grupo. Sem notar que se tratava de uma entrevista disfarçada de conversa informal, o empresário falou sem pudores.

"Eu trabalho com todas as popozudas e neste momento estou com as foguentas" vangloria-se.

O jornalista apresentou uma situação hipotética onde dizia que desejava ter o grupo em Benguela, o empresário explicou que o valor inicial seria de 300 dólares por cada jovem, porém faria um preço especial de 200 dólares, uma vez que o valor varia dependendo da província e da proximidade da capital.

Ao ser perguntado o que o grupo faria caso o encontro se concretizasse, Bruno Lamba não deu muitos detalhes: "Isso tem de se combinar pessoalmente, por telefone não dá."  

Bruno Lamba deu ainda o exemplo de viagens em que ele e o grupo fizeram até Mbaza Congo e Soyo na véspera de revéillon. 

No fim da entrevista, Bruno Lamba também falou que seu grupo conta com mulheres conhecidas dentro da sociedade angolana, como o caso de Weza esposa de Nagrelha, mas não confirma se estas trabalhavam também para fins libidinosos.

Fonte: Sapo Banda / Rádio Despertar

Rádio Jet7 Angola

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